Lucy! Lucinha! Acordo num sábado qualquer, sento-me na cama, saboreio o meu hálito horrível, esfrego a barba, coço o cu e passo a mão pelo cabelo, seboso, ansioso por um duche. Vou mijar, mijo, sacudo o pingo enquanto bocejo, o que faz salpicar um pingo de urina na minha boca bocejante, cuspo repugnado, e lavo os dentes de seguida.
Caminho coçando ainda o cu, vou tomar o pequeno alçomo. Enquanto torro uma fatia de pão, ligo a televisão. A torrada salta e cai no chão: não bebi o café e os reflexos estão ainda adormecidos... Volto para a frente da T.V. e vejo um valente conjunto de bagas/pernas... O que é isto?! Esfrego os olhos, enquanto o faço vejo projectada nas minhas pálpebras a imagem da grande Alexandra Lencastre, essa ninfa que inspirou os sonhos dos rapazes que tiveram como referência de infância a grande série: Rua Sésamo! Abro os olhos, e a custo foco uma Luciana Abreu mamalhuda, de calçonitos brancos, mal tapando as bochechas do rabo...
Ora, será este o programa ideal para uma manhã de sábado? Bem sei, que atendendo à tradição das manhãs de sábado da sic, não podíamos esperar nada na onda do softcore, senão lembremo-nos do didactismo das manhãs do A E I O U da Ana Malhoa, semi-nua, tatuada e furada de piercings... (serei demasiado púdico?!) Mas mesmo assim, e apesar de eu achar a contratação da Luciana uma clara melhoria face a qualidade das manhãs de sábado da sic, devo dizer que espero ainda mais. Só não metam um Júlio Isídro no programa infantil a cumprimentar: "Olá Amiguinhos!"
Há 16 anos
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