Não gosto de sindicalistas, não vou à bola com eles, não os como nem com molho de tomate, não os posso ver nem pintados de ouro. As reivindicações utópicas, os discursos iguais desde o vinte e cinco de Abril, as formas de discurso e entoações à la PCP, vocábulos como proletariado, patronato, imperialismo, exploração... Não os suporto, são desonestos: exigem ordenados e privilégios(que é diferente de direitos)que são perfeitamente surreais!!! Acho especial piada à FENPROF por considerar que os professores são uma classe profissional particularmente afectada, quem os ouvisse até diria que são perseguidos, num panorama de dificuldades generalizadas para todas as outras classes de trabalhadores...
Correm atrás dos trabalhadores que não pagaram as cotas, "bullyzam" os fura-greves, e, acho eu, rebentam aneurismas se lhes pedirmos para tentarem compreender o lado do patrão... São uma máquina bem oleada, uma indústria de lobbistas (e prometo parar por aqui com os anglicismos) que a troco de uma parte do seu salário pressionará o governo a aumentar-lhe o mesmíssimo salário. Chegam a ser de tal maneira grandes estes sindicatos que às vezes se parecem com aquelas empresas multinacionais contra as quais lutam, gerem orçamentos imensos, empregam centenas de pessoas, dir-se-ia que qualquer dia será preciso sindicatos para aqueles que trabalham nos... sindicatos!
Há 16 anos
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